Brasil
19/01/2026
Uma pessoa LGBT+ foi morta a cada 34 horas no Brasil em 2025, segundo o Observatório do Grupo Gay da Bahia (GGB).
O levantamento da ONG contabilizou 257 mortes, entre homicídios, latrocínios, suicídios e outras causas, com base em registros da imprensa e informações enviadas à entidade.
O total representa queda de 12% em relação a 2024, quando houve 291 casos, mas repete o número de 2023.
O GGB alerta que a violência é maior do que os dados indicam, devido à subnotificação e à falta de detalhes em registros oficiais e jornalísticos.
Entre as vítimas, predominam gays (156), seguidos por mulheres trans (46) e travestis (18), com homicídios respondendo por cerca de 80% das mortes.
O Nordeste lidera os registros, com 66 casos, e São Paulo aparece como o estado com mais ocorrências, segundo o levantamento.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras. Apresenta e edita o Jornal da MIX, na 103.9 FM Natal.
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