Economia
27/01/2026
Seis municípios do Rio Grande do Norte deixaram de arrecadar ao menos R$ 620,8 mil em 2025 com taxas de licenciamento ambiental de empreendimentos de impacto local.
São Tomé lidera a perda, com R$ 294,3 mil, seguida de Nísia Floresta, com R$ 179,1 mil, segundo dados do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema).
Os valores foram recolhidos pelo Idema porque o licenciamento ainda não era municipal, mas podem mudar com a atuação do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário Potiguar (CIM Potiguar).
Integram o grupo São Tomé, Nísia Floresta, Bom Jesus, Lajes Pintadas, Passa e Fica e São Paulo do Potengi, que passam a regularizar atividades como padarias, postos e pousadas, com apoio da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN).
A assessora jurídica do CIM Potiguar, Raquel Teixeira de Brito, afirmou que visitas técnicas começam no próximo mês para mapear empreendimentos regulares e irregulares.
A descentralização deve acelerar licenças, fortalecer a arrecadação local e reduzir a dependência do Idema, já que apenas 12 dos 167 municípios potiguares realizam licenciamento ambiental hoje.
*Com informações da Tribuna do Norte.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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