Justiça
24/10/2025
A defesa do tenente-coronel Mauro Cid informou que não recorrerá da condenação a dois anos de reclusão em regime aberto por participação na tentativa de golpe de Estado.
À CNN Brasil, o advogado afirmou estar satisfeito com o resultado, que incluiu pena inferior a dois anos, restituição de bens e ações contínuas da Polícia Federal (PF) para garantir a segurança do militar e de familiares.
Com a decisão de não recorrer, a pena de Cid pode transitar em julgado antes dos demais réus, segundo especialistas, mesmo que Bolsonaro e outros integrantes do chamado "núcleo 1" recorram.
“Cabe ao ministro Alexandre de Moraes decidir sobre o início da execução da pena, o abatimento da preventiva e o eventual relaxamento da prisão”, explicou o advogado Berlinque Cantelmo.
Cid já cumpre medidas cautelares há dois anos e cinco meses, mas teve pedidos de retirada da tornozeleira eletrônica negados até o trânsito em julgado.
Caso seja reconhecido, a defesa poderá solicitar novamente a declaração do cumprimento da pena, o que deixaria o militar livre antes da execução penal dos demais condenados.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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