Cidades
10/10/2025
A sensação de insegurança alimentar atingiu 29,4% dos domicílios do Rio Grande do Norte em 2024, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O número representa uma queda de 8,7 pontos percentuais em relação a 2023, mas ainda está acima da média nacional, de 24,2%.
O estado potiguar apresentou o menor índice do Nordeste, onde todos os estados registraram redução.
O levantamento estima que 371 mil residências no RN tiveram ao menos uma pessoa em situação de insegurança alimentar, leve, moderada ou grave, de acordo com a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA).
“A EBIA permite identificar e classificar a percepção da família sobre a segurança alimentar e nutricional em suas experiências cotidianas”, explicou Maria Lucia Vieira, analista do IBGE.
Do total de domicílios potiguares, 19,3% enfrentaram insegurança alimentar leve, 6,3% moderada e 3,9% grave, equivalente a 49 mil residências onde até crianças convivem com a falta de comida.
O estudo integra o módulo sobre Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, feita em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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