Economia
18/03/2026
A CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) estabeleceu que, a partir de 1º de abril, os preços podem subir entre 1,13% e 3,81%, conforme a competitividade de cada produto.
A subida não é automática e funciona apenas como um limite máximo para a indústria farmacêutica. “A CMED define um teto máximo de reajuste, não um aumento obrigatório. O laboratório decide se aplica, quanto aplica e em quais produtos”, explica Joselito Rangel, presidente do Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Norte, à Tribuna do Norte.
O valor na prateleira ainda flutua conforme os descontos das redes, mas o consumidor deve ficar atento à possível volta de impostos federais. “O reajuste de abril é o regulatório anual, mas mudanças tributárias podem gerar aumentos adicionais ao longo do ano”, alerta Rangel sobre a revisão do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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