Preço dos remédios sobem até 3,81% em todo o país nesta quarta-feira

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Matheus Oliveira/Agência Saúde DF
Nova tabela de valores deve impactar cerca de 13 mil apresentações de fármacos

Economia

30/03/2026

Prepare o bolso para a próxima visita à farmácia. A partir da quarta-feira (1º) ,os preços dos medicamentos no Brasil podem sofrer um reajuste entre 1,13% e 3,81%.

A batida de martelo veio da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). O aumento médio estimado é de 1,95%, ficando abaixo do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

A subida ainda depende de um "ok" final do governo federal para entrar em vigor. Mesmo com a liberação, o repasse para as prateleiras não deve ser instantâneo ou obrigatório em todos os lugares.

O percentual varia conforme a concorrência de cada categoria de remédio. Itens com muitos fabricantes no mercado podem chegar ao teto de 3,81% de aumento.

Já os produtos com disputa intermediária devem registrar alta de até 2,47%. Para os medicamentos com poucos concorrentes, o limite fixado foi de 1,13%.

O cálculo da CMED, órgão ligado à Anvisa, leva em conta a produtividade da indústria. Fatores como os custos de produção e o nível de oferta também pesam na conta.

Nem tudo fica mais caro por causa desta regra específica. Fitoterápicos, homeopáticos e alguns remédios isentos de prescrição não seguem esse calendário de reajuste anual.

Ao todo, a nova tabela deve impactar cerca de 13 mil apresentações de fármacos. Especialistas indicam que as farmácias podem usar estoques antigos para segurar clientes por mais tempo.

A dinâmica comercial entre as redes de drogarias costuma gerar variações consideráveis nos valores finais. Pesquisar entre diferentes estabelecimentos continua sendo o melhor remédio para economizar.

Diogenes dantas ao centro da imagem vestido de terno preto, ele sorri.

Diógenes Dantas

é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.

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