Economia
24/02/2026
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte (SEDEC) avaliou que a revisão da política tarifária dos Estados Unidos reduziu a pressão sobre as exportações do Rio Grande do Norte.
Nesta semana, a Suprema Corte dos Estados Unidos anulou tarifas de 10% e sobretaxas de até 40% impostas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), no contexto do “tarifaço”.
Após a decisão, o presidente Donald Trump anunciou tarifa global temporária de 15%, com base na Seção 122 da Lei Comercial de 1974, válida por até 150 dias e aplicável a todos os países, inclusive o Brasil.
Levantamento da Global Trade Alert indica que o Brasil teve queda média de 13,6 pontos percentuais na tarifa incidente sobre seus produtos em comparação ao auge das medidas anteriores.
Segundo a análise técnica, o novo cenário favorece setores estratégicos do RN, como o salineiro e o de pescado, ao reduzir distorções e ampliar previsibilidade, embora permaneça custo adicional de 15%.
Dados divulgados pelo InfoMoney mostram que seguem ativas tarifas de 50% para aço, alumínio e peças de cobre, 10% para madeira e 15% para os demais produtos; a SEDEC defende monitoramento contínuo diante do caráter temporário da medida.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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