Brasil
31/08/2026
O jornalista Carlos Monforte morreu nesta segunda-feira (31), aos 77 anos. Com mais de quatro décadas de carreira, ele foi um dos pioneiros do modelo de âncora no telejornalismo brasileiro e comandou importantes noticiários da televisão.
A causa da morte não foi divulgada. Nascido em Santos, no litoral de São Paulo, Monforte começou a carreira como repórter do jornal A Tribuna antes mesmo de concluir a faculdade de Jornalismo.
Formado em 1972, também trabalhou como repórter especial de O Estado de S. Paulo antes de chegar à Globo, em 1978. Na emissora, participou de coberturas do Jornal Nacional e do Fantástico, incluindo as greves dos metalúrgicos do ABC paulista.
A trajetória de Monforte contribuiu para consolidar no Brasil o modelo de âncora que participa das decisões editoriais e da definição do conteúdo dos telejornais.
Após deixar a Globo, em 1992, comandou o departamento de Comunicação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em 1994, retornou à emissora como repórter especial em Brasília, onde acompanhou acontecimentos importantes da política nacional.
Ao longo da carreira, Carlos Monforte se tornou uma referência do telejornalismo brasileiro, especialmente na cobertura política e na participação direta na edição dos noticiários.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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