Economia
28/01/2026
O neurocientista Miguel Nicolelis detonou o sonho de muita gente importante no sertão nordestino:
— Enquanto os data centers continuam sendo banidos nos EUA, aqui no Brasil atrair esses "parasitas digitais" virou política de Estado, porque alguém acha que eles vão trazer “trilhões” para o país. Surreal! — afirmou Nicolelis nas redes sociais.
A provocação motivou Jean Paul Prates a abrir divergência:
— Chamar data centers de "parasitas" ignora sua função sistêmica. Eles são, hoje, tão essenciais quanto portos, redes elétricas ou telecomunicações. Não há inteligência artificial, ciência de dados, automação industrial, medicina de precisão ou pesquisa de ponta sem capacidade computacional em escala — rebateu Prates.
O ex-senador completou:
— O ponto central não é se o Brasil deve ou não atrair data centers. A pergunta correta é: quais data centers, onde, com que fonte de energia e com quais contrapartidas?
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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