Mundo
02/03/2026
O agronegócio do Brasil está em polvorosa com a escalada militar entre Irã, Israel e Estados Unidos. O setor de aves, que detém 14,5% das vendas para a região, teme que o bloqueio de rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz encareça o frete e o seguro.
Dados do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) mostram que milho e açúcar lideram as exportações, mas o frango é o item mais sensível à logística. A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) já mapeia caminhos alternativos para desviar da zona de tiro, monitorando o preço do combustível marítimo.
Embora o comércio direto com o Irã não seja volumoso, o efeito dominó no petróleo e nos fertilizantes preocupa os produtores nacionais. "O setor analisa rotas alternativas que foram utilizadas em outras ocasiões de crises na região", afirmou a entidade em nota oficial.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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