Galípolo diz que IOF não deve servir para arrecadar nem substituir juros

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José Cruz/Agência Brasil
Gabriel Galípolo participou de um debate promovido pelo Centro de Debate de Políticas Públicas.

Economia

03/06/2025

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) não deve ser usado para aumentar a arrecadação ou como substituto ao aumento de juros. 

Galípolo expressou preocupação com a possibilidade de investidores estrangeiros interpretarem a alta recente do IOF como uma forma de controle de capital.

Ele também criticou o impacto sobre o crédito: “Não é desejável que você tenha uma escolha de uma linha ou de um produto específico em função de uma arbitragem tributária”.

A elevação do IOF pode reforçar a arrecadação do governo em R$ 19,1 bilhões ainda este ano, mas, segundo analistas, equivale a um aumento de 0,5 ponto na Selic, ao encarecer o crédito.

O presidente do BC disse que a instituição será cautelosa ao incorporar a medida nas projeções, esperando o “desenho final” das propostas que estão sendo negociadas entre governo e Congresso.

Diogenes dantas ao centro da imagem vestido de terno preto, ele sorri.

Diógenes Dantas

é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.

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