Eleições
06/08/2026
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) assegura que a cerimônia de lacração blinda os programas das urnas contra alterações. Júlio Valente, secretário de TI (Tecnologia da Informação) da Corte, reforça que nem o próprio tribunal consegue mexer nos sistemas após o rito.
Qualquer modificação exigiria uma nova cerimônia pública com fiscalização externa. O evento ocorre entre agosto e setembro para cravar os códigos definitivos do pleito.
"Depois dessa assinatura, mesmo que a Justiça Eleitoral deseje, mesmo que o TSE queira, não é mais possível mexer nos sistemas", afirmou Valente. O procedimento garante a integridade dos equipamentos até o dia da votação.
Partidos e entidades autorizadas participam de etapas extras de conferência. Na preparação e nas seções, os fiscais checam se os softwares batem com os lacres oficiais.
O Teste de Integridade atua como mais uma barreira de auditoria desde 2002. Na véspera do pleito, urnas sorteadas passam por uma simulação controlada com votos prévios.
Em mais de duas décadas, o procedimento nunca registrou divergência de resultados. O histórico reforça a confiabilidade total do sistema eletrônico nacional.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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