Economia
02/04/2026
A Páscoa de 2026 vai dar um alívio para a carteira do brasileiro. Pelo segundo ano consecutivo, a cesta de produtos típicos para a data está mais barata.
O recuo médio é de 5,73% em relação aos últimos 12 meses. Em 2025, a queda nos preços já havia sido de 6,77%.
Os dados vêm do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Fundação Getulio Vargas). A notícia é excelente, já que a inflação geral subiu 3,18% no mesmo período.
Nem tudo é chocolate na mesa do consumidor. O bombom e o chocolate subiram 16,71%, enquanto o bacalhau encareceu 9,9%.
O atum acompanhou a subida com 6,41% de alta. A sardinha em conserva também não deu trégua e saltou 8,84%.
O que salvou a conta final foi o arroz, com queda de 26,11%. O azeite também deu uma força para o bolso, ficando 23,20% mais barato.
Até os ovos de galinha deram um refresco com recuo de 14,56%. Já os pescados frescos e vinhos tiveram altas leves, não passando de 2%.
Apesar dos preços salgados em alguns itens, o clima é de otimismo. A indústria gerou 14,6 mil vagas temporárias para a data este ano.
O número de contratações é 50% superior ao registrado em 2025. Desse total, a expectativa é que 20% dos trabalhadores conquistem a carteira assinada definitiva.
A vontade de celebrar com doçuras segue firme entre a população. Cerca de 90% dos consumidores pretendem comprar algum produto relacionado à Páscoa agora em abril.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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