Política
25/02/2026
O Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem (24) o projeto de lei antifacção, que aumenta penas para participação em organização criminosa ou milícia.
O texto, relatado por Guilherme Derrite (PP-SP), segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A proposta fixa reclusão de 20 a 40 anos para o crime classificado como domínio social estruturado e de 12 a 20 anos para quem o favorecer.
Também proíbe anistia, graça, indulto, fiança e liberdade condicional, além de vedar auxílio-reclusão a dependentes de presos por esses crimes; líderes e integrantes de núcleo de comando deverão cumprir pena em presídio federal de segurança máxima.
Parte das mudanças feitas pelo Senado foi rejeitada, como a taxação de apostas para financiar o combate ao crime organizado e ajustes nas atribuições da Polícia Federal.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a futura lei pode receber o nome do ex-ministro Raul Jungmann e classificou o texto como a resposta mais dura ao crime organizado.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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